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Reabilitação com implantesReponha o dente perdido com uma raiz de titânio e uma coroa sob medida. No São Geraldo, na Av. Constantino Nery, o implante dentário em Manaus é planejado em tomografia 3D e finalizado no nosso laboratório de prótese próprio, sob a mão de quem opera e projeta a prótese: o Dr. Marcio Amorim.
Amorim
O implante dentário é uma raiz artificial. Um pino de titânio instalado no osso, no lugar da raiz que se perdeu. Sobre ele vai a coroa, a prótese que devolve o dente à vista. Duas partes, uma função: recuperar a mordida, a fala e o sorriso sem apoiar em dentes vizinhos.
O titânio tem uma propriedade rara. O osso cresce e se prende a ele, um processo chamado osseointegração. Terminada essa integração, o implante passa a distribuir a força da mastigação como um dente natural fazia. Não afrouxa como dentadura, não desgasta os dentes ao lado como uma ponte fixa exige.
É a solução mais próxima do dente que a odontologia oferece hoje para quem perdeu um, alguns ou todos os dentes. Na Amorim Odontologia, cada caso começa por um diagnóstico de imagem antes de qualquer decisão. É o exame que dita o que dá para fazer, não o contrário.
Um implante não é sempre a mesma coisa. Ele muda conforme quantos dentes faltam e o que o osso permite. Entender o tipo é o primeiro passo para entender o tratamento e o investimento.
Perdeu um dente só? O implante unitário resolve. Um pino, uma coroa, sem tocar nos vizinhos. Perdeu vários em pontos diferentes? São implantes múltiplos, cada um no seu lugar, ou uma prótese fixa apoiada em alguns implantes. Perdeu todos os dentes de uma arcada? Entra o protocolo, também conhecido como All-on-4 ou All-on-6: uma prótese fixa completa presa sobre quatro a seis implantes, que substitui a dentadura por dentes que não saem da boca.
Carga imediata é colocar um dente provisório no mesmo dia da cirurgia, ou nos primeiros dias. A pessoa não fica sem dente durante a osseointegração. Sai da clínica sorrindo e mastigando com cuidado, enquanto o osso trabalha por baixo.
Nem todo caso é candidato. A técnica depende da qualidade e do volume de osso, da estabilidade que o implante alcança na hora da instalação e da saúde geral do paciente. Quem decide é o exame, não a vontade. Por isso a tomografia 3D vem antes: ela mostra se dá para adiantar o dente com segurança ou se vale esperar a cicatrização para não comprometer o resultado.
Nos casos de protocolo, a carga imediata muda a vida de quem chegou de dentadura ou sem dentes. Sai da cirurgia com uma arcada fixa provisória, e a definitiva vem depois, ajustada no nosso laboratório.
O implante bem-feito é planejamento antes de bisturi. Cada etapa reduz surpresa e encurta o caminho. Na Amorim, exame, planejamento e boa parte da prótese acontecem no mesmo endereço, no São Geraldo.
Começa pela avaliação com o cirurgião-dentista e a tomografia 3D no tomógrafo Vatech da própria clínica. A imagem em três dimensões mostra o osso por dentro: altura, espessura, onde passam nervos e seios da face. Com ela, o Dr. Marcio planeja de forma digital a posição exata de cada implante. A câmera intraoral, que amplia até 60 vezes, deixa o paciente ver o próprio caso na tela, o que torna o diagnóstico transparente.
Vem então a cirurgia, feita no centro cirúrgico próprio, sob anestesia local. O implante é instalado no osso. Segue a osseointegração, o período de dois a seis meses em que o osso se prende ao titânio. Por fim, a coroa ou a prótese, feita e ajustada no nosso laboratório de prótese próprio, com controle de cor e encaixe sem depender de laboratório terceirizado. Quem operou é quem acompanha a prótese até o final.
Nem sempre. O enxerto ósseo só entra quando falta osso para segurar o implante com firmeza. Isso costuma acontecer quando o dente foi perdido há muito tempo e o osso ao redor reabsorveu, ou depois de infecções e extrações antigas.
O enxerto reconstrói esse volume: adiciona material que serve de base para o osso crescer e receber o implante mais adiante. É um passo a mais no tempo de tratamento, não um impedimento. E a tomografia 3D é justamente o que revela, antes de tudo, se o enxerto é necessário ou não, sem chute.
Há também alternativas que reduzem ou dispensam o enxerto em muitos casos de arcada toda. O All-on-4, por exemplo, posiciona os implantes em ângulos que aproveitam o osso disponível, o que muitas vezes evita a reconstrução. O que serve para o seu caso só se define depois da avaliação e do exame.
A maioria dos adultos que perdeu dente é candidata a implante. O que decide não é a idade, é a saúde do osso, da gengiva e do organismo. Por isso a avaliação clínica pesa tanto quanto a imagem.
Quem tem diabetes pode fazer implante, desde que a doença esteja controlada, porque o açúcar alto atrapalha a cicatrização. Pressão alta também não impede, quando acompanhada e estável. Fumante pode fazer, mas o cigarro reduz a irrigação da gengiva e eleva o risco de o implante não integrar, então a orientação é reduzir ou parar no período. Gengiva inflamada é tratada antes: implante não se instala em terreno doente. Nada disso se resolve por regra geral. Cada história de saúde é conversada na avaliação, com honestidade sobre riscos.
No pós-operatório, os primeiros dias pedem repouso, gelo nas primeiras horas, alimentação fria e macia, e a medicação indicada. A cirurgia é feita com anestesia; o desconforto depois costuma ser controlável e passa em poucos dias. Higiene caprichada, sem escovar direto sobre a ferida no começo, e retorno para acompanhamento. Manutenção depois é como a de um dente: escova, fio e revisão periódica.
Feito com planejamento e mantido com higiene e revisões, o implante é a reabilitação mais duradoura que a odontologia oferece hoje para repor um dente. O pino de titânio tende a durar por muitos anos; a coroa sobre ele pode precisar de ajuste ou troca ao longo do tempo, como qualquer prótese que trabalha todo dia. A taxa de sucesso da implantodontia é alta na literatura, mas ninguém sério promete resultado garantido: o corpo de cada paciente responde de um jeito, e o cuidado no dia a dia conta.
Comparado às alternativas, o implante compensa no longo prazo. A dentadura se apoia na gengiva, solta ao mastigar, precisa de reembasamento periódico e, com o tempo, acelera a perda de osso. A ponte fixa exige desgastar dois dentes saudáveis para servir de pilar. O implante não mexe nos vizinhos e mantém o osso estimulado, como a raiz natural fazia.
É a diferença entre repor a aparência e repor a função. Dentadura e ponte resolvem o visível; o implante devolve a raiz.
Não existe um preço único de implante, e desconfie de quem cita valor sem te examinar. O que define o investimento é o seu caso: quantos implantes você precisa, se há necessidade de enxerto ósseo, o tipo de prótese e o material, e se é um dente unitário ou uma arcada toda em protocolo. São variáveis diferentes, com custos diferentes.
Na Amorim, o orçamento só é fechado depois da avaliação e da tomografia 3D. Isso não é burocracia, é o que garante um valor preciso e previsível, sem surpresa no meio do tratamento. Você sabe de antemão o que vai fazer e quanto vai custar. O atendimento é 100% particular, sem convênio, e o tratamento pode ser parcelado, com as condições apresentadas na sua avaliação.
Pense no implante como investimento de longo prazo, não como despesa isolada. Dentadura e ponte cobram de novo em troca e reembasamento ao longo dos anos; o implante bem cuidado tende a resolver de uma vez. Para receber o orçamento personalizado do seu caso, agende sua avaliação pelo WhatsApp (92) 99321-6599.
Implante é área de especialista, e aqui é feito por quem tem nome e registro. O Dr. Marcio Amorim, CRO-AM 1929, é cirurgião-dentista com mais de 20 anos de experiência, especialista em Implantodontia e em Prótese. Essa combinação é rara: quem opera é quem planeja a prótese final, o que a maioria das clínicas divide entre dois profissionais. Na cadeira, isso significa menos ruído entre cirurgia e resultado. A reputação é verificável: 4,9 estrelas com 325 avaliações no Google e mais de 10 mil sorrisos transformados.
Ele conta com uma equipe multidisciplinar. A Dra. Analice Melo atua em implantodontia e harmonização facial, e o Dr. Lucas Teixeira, em dentística e prótese, o que permite planejar a reabilitação estética por completo, não só o implante isolado.
A clínica fica na Av. Constantino Nery, 1305, no São Geraldo, uma das vias mais centrais de Manaus, com acesso fácil de vários bairros e do interior do Amazonas, e amplo estacionamento próprio. Tomógrafo 3D, câmera intraoral de 60 vezes, raio-x digital, centro cirúrgico e laboratório de prótese sob o mesmo teto. Para quem vem de fora da capital, isso significa exame, planejamento e boa parte do tratamento resolvidos em menos idas a Manaus. Atendemos de segunda a sábado; veja como chegar na página de localização.
Depende do seu caso: número de implantes, necessidade ou não de enxerto ósseo, tipo de prótese e material, e se é unitário ou protocolo. Por isso não citamos valor sem avaliar. O orçamento é fechado após a tomografia 3D, com preço preciso e previsível. O atendimento é particular e há parcelamento. Agende pelo WhatsApp (92) 99321-6599.
A cirurgia é feita sob anestesia local, então não se sente dor durante o procedimento. Nos primeiros dias pode haver desconforto e inchaço, controlados com a medicação indicada e gelo nas primeiras horas. Costuma passar em poucos dias.
Feito com planejamento e mantido com higiene e revisões, o pino de titânio tende a durar muitos anos. A coroa sobre ele pode precisar de ajuste ou troca com o tempo, como qualquer prótese de uso diário. A taxa de sucesso é alta, mas o cuidado no dia a dia é o que sustenta o resultado.
Em muitos casos, sim: é a carga imediata, um dente provisório instalado no mesmo dia da cirurgia. Mas depende do volume de osso e da estabilidade do implante, o que só a tomografia 3D e a avaliação confirmam. Quando não é indicado, aguardar a cicatrização protege o resultado.
Pode, desde que a condição esteja controlada. Diabetes descompensado e pressão instável atrapalham a cicatrização e elevam o risco. Fumantes também podem, mas com orientação para reduzir ou parar. Cada histórico de saúde é avaliado individualmente antes de qualquer indicação.
Só se faltar osso para segurar o implante com firmeza, o que é comum quando o dente foi perdido há muito tempo. A tomografia 3D revela isso antes de tudo. Em casos de arcada toda, técnicas como o All-on-4 muitas vezes dispensam o enxerto ao aproveitar o osso disponível.
No longo prazo, o implante costuma compensar. A dentadura se apoia na gengiva, solta ao mastigar, precisa de reembasamento e acelera a perda de osso. O implante fica fixo, não mexe nos dentes vizinhos e mantém o osso estimulado. É a diferença entre repor a aparência e repor a função.
Na Amorim Odontologia, na Av. Constantino Nery, 1305, no São Geraldo. Implantes com o Dr. Marcio Amorim, CRO-AM 1929, especialista em Implantodontia e Prótese, com tomógrafo 3D e laboratório de prótese próprios na clínica e estacionamento próprio. Agende pelo WhatsApp (92) 99321-6599.
Agende uma avaliação em Manaus, no São Geraldo. A gente examina, mostra na tela o que está acontecendo e monta o plano ideal para o seu caso, sem compromisso.